Acordo ortográfico da língua portuguesa IV

Já falamos em outros programas que o trema deixa de ser empregado, mas isso não muda a pronúncia das palavras, que palavras como abençoo, enjoo, e verbos como leem, creem, deixam de ser acentuados. Outra mudança da qual tratamos é relacionada àquele tipo de acento empregado para distinguir palavras que têm a mesma grafia, como a forma verbal pára que deixa de ser acentuada. Com a reforma, vamos escrever tanto a preposição para como o verbo para da mesma forma. O contexto é que dirá se temos um verbo ou uma preposição. O uso do acento diferencial já tinha sido abolido em muitos casos com a última reforma ortográfica ocorrida no Brasil em 1971, quando, por exemplo, passou-se a grafar ele, aquele, sem acento circunflexo. Mesmo com a reforma atual, permanece o acento diferencial em outros casos, como na forma verbal pôde para diferenciar de pode. Veja os exemplos: Ele pôde realizar o exame ontem. Aqui temos o verbo poder empregado no pretérito perfeito, com acento circunflexo. Já em ele pode realizar o exame agora, o verbo poder está no presente, sem acento, portanto.
Envie suas dúvidas a respeito de outras mudanças previstas no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

linguaportuguesa@furb.br
(47)3321-0600

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